Em 1963, um romance de Julio Cortázar se junta à série de grandes obras publicadas por escritores latino-americanos. Um livro difícil, que apresenta uma série de técnicas inovadoras e se inscreve dentro do espírito da vanguarda.
Vinte anos depois foi consagrado um clássico, uma das obras mais importantes da literatura de língua espanhola ao lado de "Cem anos de Solidão", de Gabriel Garcia Márquez.
"O Jogo da Amarelinha" (Civilização Brasileira) é um labirinto literário no qual Cortázar discute os questionamentos do homem diante de seu destino, conflitos, dúvidas e paixões. Dividido em três partes, pode ser lido de diversas formas. Cada leitor cria o seu próprio livro e ritmo.
A obra entrou na lista dos cem melhores livros de ficção do século 20, resultado de votação organizada pelo caderno "Mais!" da Folha em 1999.
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