O jornalista e crítico musical Pedro Alexandre Sanches disseca a trajetória de Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa no livro "Como Dois e Dois São Cinco".
O autor faz uma interpretação instigante sobre a importância dos ídolos da Jovem Guarda para a MPB e para o Brasil. E analisa as relações entre a música desses artistas e o contexto social, cultural e político do Brasil dos últimos 40, tratando da influência dessas criações no cenário atual, das contradições dos compositores com o regime militar, das vanguardas hippie e black power, do tropicalismo, do conservadorismo e da modernização.