Grande admirador de Sigmund Freud, o historiador Peter Gay se especializa na história social das ideias. O autor analisa o que acredita ser os dois atributos que definiram o movimento: a atração pela heresia e o comprometimento com a ação de examinar tudo o que sentiam e produziam, em todos os aspectos.
Após situar o movimento, explicando como a urbanização, o avanço da democracia e uma classe média esclarecida foram cruciais para a formação do fenômeno, Gay analisa as obras dos artistas ligados ao modernismo.
Ele cita Picasso, James Joyce, Stravinsky e Balanchine como os grandes mestres da imagem, palavra, som e movimento. Aparecem também Munch, Duchamp, Proust e muitos outros.