O progresso, acumulado por séculos e perseguido incessantemente, tem trazido felicidade para o ser humano? Ele tem tornado as pessoas melhores? Enfrentamos um paradoxo: destruição, morte e desesperança acompanham incríveis inovações tecnocientíficas.
Este livro busca analisar a quem o progresso serve predominantemente e quais os riscos e custos de natureza social, ambiental e de sobrevivência da espécie que ele está provocando. Também discute quais são as catástrofes futuras que ele pode ocasionar. Principalmente, procura determinar quem escolhe sua direção e com que objetivos isso é feito, mantendo uma perspectiva crítica em relação ao discurso hegemônico.