Adaptada para o público jovem, a obra de Lima Barreto é considerada a mais importante do pré-modernismo brasileiro. Com uma crítica bem-humorada ao nacionalismo exagerado, o enredo se desenrola durante os primeiros anos da República e tem como protagonista um major extremamente patriota, tido como louco pela maioria.
Policarpo tem como lazer estudar a pátria e tudo o que lhe diz respeito e chagou a sugerir ao governo que o tupi-guarani se tornasse a língua oficial do país. Após atitudes como essa, ele é internado em um hospício. Quando parece ter recobrado o juízo, se muda para um sítio e tenta ganhar a vida com a agricultura. No entanto, desavenças políticas e formigas saúvas frustraram seus planos.
Mais tarde, Policarpo ainda pega em armas para defender o Marechal Floriano Peixoto na Revolta da Armada. Desiludido, sentencia seu triste fim após criticar o governo e ser condenado à morte.