O livro é dedicado, segundo o autor, àquele que sente quando seu direito é desprezado e calçados aos pés de outrem, àquele que experimenta a irresistível necessidade de defender a sua pessoa e o seu justo direito.
Não preconiza a luta pelo direito em todas as contendas, mas somente naquelas em que o ataque ao direito implica conjuntamente um desprezo da pessoa.
Encontramos em seu trabalho também, a condescendência, a resignação, a suavidade e o amor da paz, a transigência e até a renúncia a fazer valer o direito de qualquer pessoa.
Repele unicamente a indigna tolerância da injustiça que é o efeito da covardia, da indolência, do amor ao descanso.
Afirma o autor ainda, que aquele que puder opor à sua resposta uma outra solução defensável, isto é, conciliável com a manutenção da ordem jurídica e com a ideia da personalidade, o terá batido.