Desde a época em que se popularizou, o tarô é conhecido como um sistema de adivinhação, uma distração, um passatempo. Mas os ocultistas vêem muito mais nas cartas: para eles o tarô é um instrumento de autoconhecimento de inegável eficiência prática.
No livro "O Antigo Tarô de Marselha" (Editora Pensamento), de Nicolas Conver, a história do tarô considerado o mais antigo do ocidente, portanto o que está mais próximo da sua origem, obscura e controvertida. Um estudo minucioso revela a influência do simbolismo ocultista francês nestas cartas.
O tarô contém combinações infinitas que podem sugerir soluções para todo tipo de problema. Isso seria suficiente para torná-lo muito valioso; no entanto ainda permite que o consulente decida sobre quais aspectos da sua vida deve interferir para obter o maior crescimento espiritual e intuitivo.