Em "Mulheres Alteradas (Vol. 3)" (Rocco, 2003), Maitena segue fazendo piada de todas aquelas irritantes verdades que a mulher é obrigada a encarar no dia a dia, seja na convivência com o sexo oposto, com os filhos, amigos, parentes ou até mesmo com estranhos.
Por exemplo: mulher, quando não tem filho, se sente incompleta, e quando tem, se sente sobrecarregada. Se tem pouco sexo com o parceiro, se sente um inseto, se não pára de transar com ele, se sente um objeto. Dá para entender? Não, e não é para entender mesmo. Melhor rir, porque Maitena sabe como tirar humor dessas tragédias femininas do cotidiano do que chorar e ser considerada frágil.
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