Apresenta a trajetória do movimento que varreu os palcos do mundo a partir de 1975. Neste livro, o autor traça um inédito e opulento perfil reflexivo do movimento no Brasil, em suas várias fases e com as bandas de maior destaque e influência.
Inclui alguns precursores na atitude entre suspeitos, como os tropicalistas, ou até involuntários, como os papas da MPB Noel Rosa, alcunhado pelo rival Wilson Batista "o Frankenstein da Vila" e sua diva "gauche" Araci de Almeida.
"É uma grande reportagem, sem recorrer a blablablás teóricos. Para ler numa sentada" (Nelson Sato, Folha de Londrina).