O último romance de Virginia Woolf, publicado após sua morte, é o mais curto de seus livros, porém, pode ser considerado um dos que mais representa o experimentalismo que a autora sempre cultivou.
A ação da história transcorre em apenas um dia e, por meio de metáforas, é possível dizer que ela está relacionada à luta da civilização contra a selvageria.
Em "Entre os Atos" nota-se que a autora se disfarça sobre os traços de uma de suas personagens: a burlesca, rude e solitária Miss La Trobe, diretora de um espetáculo teatral que serve de pretexto e motivação para tudo o que transcorre "entre" seus "atos".