Com muito humor, Cabot nos apresenta a vida desta mediadora, que tem certa ojeriza a prédios antigos --quanto mais velho um edifício, maiores as probabilidades de alguém ter morrido dentro dele--, um pai fantasma nada ausente e uma nova família, que inclui um pai adotivo e três irmãos postiços.
Este livro começa com a mudança de Suzannah para a ensolarada Califórnia e, para seu desespero, uma casa do século passado.
Falar com um fantasma pode ser assustador. Ter a habilidade de se comunicar com todos, então, é de arrepiar qualquer um.
A jovem Suzannah seria uma adolescente nova-iorquina comum, com seu indefectível casaco de couro, botas de combate e humor cáustico, se não fosse por um pequeno detalhe. Ela conversa com mortos. Todos eles. Qualquer um.
Ela é uma mediadora, em termos místicos, uma pessoa cuja missão é ajudar almas penadas a descansar em paz. Um dom nada benvindo e que a deixa em apuros com a mãe e com os professores.