"A Hora e Vez de Augusto Matraga" é um texto clássico de Guimarães Rosa, o maior ficcionista brasileiro da segunda metade do século 20.
Nesta narrativa vigorosa e primorosa, Rosa combina o apuro formal, a originalidade, a qualidade estética e sobretudo a inovação linguística para contar a história de Nhô Augusto. Fazendeiro poderoso, ele é dado como morto, perde a mulher e a filha e se vê obrigado a duelar com um jagunço.
Basicamente, trata-se da busca de um homem pela redenção a qualquer custo --"Para o céu vou, nem que seja a porrete", diz o protagonista.