Em 1936, aos vinte anos de idade, Alan Watts publicou este brilhante ensaio sobre um tema que então era amplamente desconhecido no Ocidente: o zen-budismo, escola budista que floresceu na China e no Japão. Nascia um clássico sobre as filosofias orientais.
Com um texto límpido, ele tece relações também com o Tao (o caminho, em chinês) e o Tathata (o real, em sânscrito). Baseando-se nas civilizações do Extremo Oriente, o Zen é apresentado também como uma arte do desapego, de obter êxito e de bem viver. Escrito para leitores em busca de transcendência assim como para meros curiosos, "O Espírito do Zen" se apóia na experiência de iluminação ao mesmo tempo em que a ela conduz.