Esta obra é um clássico da contracultura que retrata a psicodélica década de 1960. O romance de Ken Kesey é inspirado em suas próprias experiências quando participou de pesquisas com drogas psicoativas no centro psiquiátrico do Menlo Park Veterans Hospital, na Califórnia.
A trama é protagonizada por R. P. McMurphy, um preso que escapa da condenação fingindo-se de louco. McMurphy é internado em um hospício, sob a tutela da sádica Chefona, a enfermeira Ratched, que comanda os internos com suas rigorosas sessões de terapia e eletrochoque.
Ele percebe que o hospício pode ser muito pior que a prisão. Há limites entre loucura e realidade ou ser real demais também pode ser um indício de loucura no mundo distorcido no qual vivemos? Estas perguntas ficam para o leitor.