Existem muitas versões e nomes diferentes para o bumba-meu-boi. Na versão que Stela Barbieri e Fernando Vilela recontam para o público infantil, inspirada na versão maranhense do auto, o boi tem o "courinho todo preto, salpicado de colorido", e encanta a todos na festa de São João. Inclusive Mãe Catirina, que estava grávida e com desejo de comer justamente língua de boi.
A história de como ela faz para matar esse desejo e de como esse boi, para alegria de todos, volta a urrar é contada e reinterpretada desde o século 18 no Brasil.
Em cada região do país a música, os personagens e até mesmo o próprio boi ganham novas características, o que permite que esse folguedo seja até hoje, e em todos os sentidos, tão popular.