No final dos anos 50, o poeta e crítico Mário Faustino defendia a revolução da arte poética em favor do progresso da língua, de novas formas estéticas e novos preceitos éticos mediante os quais se baseassem os procedimentos do método criativo.
Tais ideias de Faustino foram levadas a público entre 1956 e 1959, no Jornal do Brasil, em uma página semanal chamada Poesia-Experiência. O espaço editorial abriu espaço à divulgação e discussão da poesia nacional e mundial na grande imprensa.
Neste livro, a organizadora Maria Eugenia Boaventura reuniu os textos de Faustino publicados em 1957 e 1958 que tratam de quatro séculos de poesia brasileira e de língua portuguesa. É a primeira parte de sua obra teórica, que conta também com uma grande produção crítica sobre poesia de língua estrangeira.