Um ensaio teórico-conceitual que lança um novo olhar sobre os fundamentos da arquitetura, contrapondo-se às formas convencionais e acadêmicas. O fio condutor da narrativa são as obras do artista Hélio Oiticica, traçando um diálogo entre elas e a estrutura e estética das favelas cariocas.
Oiticica foi um artista que concedeu um status estético para as favelas. Defendendo esse ponto, a autora questiona os fundamentos da arquitetura e do urbanismo tradicionais e, para isto, utiliza três figuras conceituais: o Fragmento, o Labirinto e o Rizoma.