Enquanto realiza pesquisas no arquipélago de Fiji, na Oceania, o paleontólogo Frank tem seus estudos perturbados por criaturas bem estranhas. Primeiro ele conhece uma dançarina de flamenco que é capaz de ler pensamentos e enxergar o futuro em cartas de baralho.
Depois, passa a receber a visita diária de uma salamandra que reflete sobre as origens da vida e questiona os motivos dos seres humanos tentarem destruir o que demorou milhões de anos para se desenvolver. Frank começa a duvidar da lógica das coisas e acaba se convencendo de que a relatividade do tempo é uma teoria muito esquisita.
"Maya", assim como nos livros anteriores de Jostein Gaarder, parte de uma estrutura ficcional para analisar diferentes campos do conhecimento humano. Nesta narrativa, o autor viaja pelas origens do mundo, tentando compreender a evolução das espécies e buscando alimentar seu autoconhecimento.