Ainda muito jovem, Joel Silveira foi escalado por seu chefe, Assis Chateaubriand, para cobrir a Segunda Guerra Mundial. Durante nove meses, o jornalista acompanhou a luta dos brasileiros até a rendição alemã.
Com textos líricos e ao mesmo tempo informativos, Joel narrou momentos cruciais e dramáticos dos combates. Segundo ele, "a guerra é nojenta, e o que ela nos tira, quando não nos tira a vida, nunca mais devolve."
O livro apresenta o cotidiano de uma guerra, com todos seus absurdos e contradições. Joel fala ainda sobre sua relação com amigos correspondentes, como Rubem Braga, do Diário Carioca e Egydio Squeff, de O Globo.
Momentos de pura tensão, medo, horror, desespero e tristeza, mas também de heroísmo e solidariedade.