O narrador e personagem principal desta história é um estranhamente verossímil repórter policial gaúcho, Campestre de Campos Campelo. Ele percorre a capital federal em um Fusca amarelo ano 1968, "vulgarmente conhecido" como "Revolução de Maio", e armado apenas de impagáveis reflexões filosóficas e de um dialeto gaudério de rolar de rir.
Intimado pelo editor do jornal onde trabalha, o "Correio de Brasília", Campestre vai até o Brasília Palace para checar a informação de que o local estava realmente abrigando o Primeiro Congresso Internacional de Escritores de Histórias Policiais.
Chegando lá, ele não somente confirma a realização do evento como também descobre que uma das ilustres convidadas, a espanhola Miguela de Alcazar y Casas de Bourbon, havia sido assassinada.