Após acompanhar o escultor Sergio Camargo (1930-1990) por mais de dez anos, o crítico Ronaldo Brito elaborou uma coletânea bilíngue (português-inglês) das obras mais representativas do artista.
Com o livro é possível acompanhar e analisar a maturação do trabalho do escultor. Ele apresenta as diversas vertentes trabalhadas pelo artista, como os bronzes pós-cubistas da década de 50, os relevos de madeira da década de 60, e o mármore de carrara e as misteriosas peças produzidas com o negro-belga, nos anos 80.
Sergio Camargo criou diversas obras para espaços públicos, entre eles o Palácio do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; a Faculté de Medicine de Bourdeaux, na França; a Praça da Sé, em São Paulo; e Parque da Catacumba, no Rio de Janeiro.