Obra-prima de Adorno, em que forma ensaística e conteúdo crítico tornam-se inextricáveis. Ao longo de 153 fragmentos, o autor pratica uma espécie de crônica filosófica da "vida degradada" na sociedade "administrada", no mundo contemporâneo dominado pela razão instrumental.
Um dos clássicos do pensamento europeu no século 20, a obra reúne aforismos do pensador da escola de Frankfurt sobre os mais diversos temas, com originalidade e rigor crítico.
Este livro entrou na lista dos cem melhores livros de não-ficção do século 20, resultado de votação organizada pelo caderno "Mais!" da Folha em 1999.