O livro é uma metalinguagem do conceito que busca explicar, ou seja, da "rosa". Umberto Eco utiliza-se do nominalismo para investigar uma série de crimes misteriosos que começaram a acontecer em uma abadia medieval.
O investigador e frade franciscano Guilherme de Baskerville atribui as causas do crime à manutenção de uma biblioteca que mantém em segredo obras que não seriam aceitas em consenso pela igreja cristã da Idade Média.
Baskerville se envolve em um mistério que tem toques religiosos e abstratos. Por meio dele, Eco apresenta as contradições presentes na representação, na palavra e no texto escrito.