Primeira parte
O PRAZER NA CULTURA GREGA
1. A CULTURA GREGA, UMA CULTURA DO PRAZER
2. SEMÂNTICA DO PRAZER
3. O PRAZER COMO PROBLEMA
3.1. Tradição didática
3.2. Tradição científica
Segunda Parte
O SER DO PRAZER
1. PRELIMINARES
1.1. Problemas a considerar
1.2. A questão do método
1.3. Evolução dos problemas
1.4. Aspectos descritivo e avaliativo da teoria do prazer
2. FÍSICA DO PRAZER
2.1. A tese do prazer-movimento
2.2. Física platônica e física cirenaica
2.3. Doutrina platônica do movimento
2.4. Que tipo de movimento é o prazer?
3. FISIOLOGIA DO PRAZER
3.1. A tese do prazer-repleção. Definição fisiológica do prazer
3.2. A tese do prazer-gênese
3.3. Crítica de Aristóteles à tese do prazer-repleção
3.3.1. Evolução do pensamento aristotélico
3.3.2. Κίνησις e ἐνέργεια
3.3.3. As definições aristotélicas do prazer
3.3.4. Teoria platônica e teoria aristotélica. Semelhanças
3.4. O ponto de vista de Epicuro
3.4.1. Prazeres cinéticos e catastêmicos
3.4.2. Do Protréptrico à Carta a Meneceu
3.5. O prazer e a dor são contrários entre si?
4. PSICOLOGIA DO PRAZER
4.1. Tese da repleção sentida
4.2. Sujeito do prazer
4.2.1. Ubiquidade do sujeito
4.2.2. Estrutura do sujeito
4.2.3. Gênese do prazer. Prazer e desejo
4.2.3.1. Natureza do desejo
4.2.3.2. As espécies do desejo
4.2.3.3. É o desejo causa do prazer?
4.2.3.4. Autoridade do desejo ou autoridade do prazer?
4.3. Status psicológico do prazer
4.3.1. Disposição ou episódio?
4.3.2. A hipótese do prazer-atenção
4.3.3. O prazer é uma sensação?
5. ONTOLO GIA DO PRAZER
5.1. Ontologia média. A escala do prazer
5.1.1. O critério do objeto
5.1.2. O critério do sujeito
5.2. Da ontologia da linha à ontologia dos princípios
5.2.1. Uma mudança na ontologia de Platão?
5.2.2. A ontologia de Filebo
5.2.2.1. O limite e o ilimitado em Filebo
5.2.2.2. A multidão inumerável do Parmênides
5.2.2.3. Os nomes aristotélicos do ἄπειρον platônico
5.3. Ontologia média e ontologia tardia
5.4. O gênero supremo do prazer
5.5. Classificação dos prazeres
6. EPISTEMOLO GIA DO PRAZER
6.1. O prazer é uma atitude proposicional?
6.2. O prazer é apreensível?
6.3. Problema dos prazeres falsos
6.3.1. O problema
6.3.2. Os diversos sentidos de "verdadeiro" e "falso"
6.3.3. Existência dos prazeres falsos
6.3.4. Crítica contemporânea dos prazeres falsos
6.3.4.1. Tendência polêmica
6.3.4.2. Tendência polêmico-exegética
6.3.4.3. Tendência exegética
6.3.4.3.1. Orientação epistemológica
6.3.4.3.2. Orientação ontológica
6.3.4.3.3. Orientação ético-antropológica
6.3.4.4. Crítica da crítica
Terceira Parte
PRAZER E VIDA HUMANA
1. PROBLEMÁTICA
2. O HEDONISMO DE SÓCRATES NO PROTÁGORAS
2.1. Os objetivos do Protágoras
2.2. Para um acordo com Protágoras
2.3. A tese hedonista
2.4. O que é preciso demonstrar
2.4.1. A impossibilidade da ἀκρασία
2.4.2. O poder da ciência
2.4.3. A unidade de ciência e virtude e das virtudes entre si
2.5. Sócrates é hedonista?
2.6. Antes e depois do Protágoras
3. O GÓRGIAS É ANTI-HEDONISTA?
3.1. Os objetivos do Górgias
3.2. O hedonismo de Cálicles
3.3. Tentativas de refutação
3.3.1. Pela via persuasionis
3.3.2. Pela via dialética
3.3.2.1. O prazer pode mesclar-se com a dor
3.3.2.2. O malvado pode comprazer-se tanto quanto o virtuoso
3.4. O que Platão refuta no Górgias?
4. FÉDON. O CÁLCULO HE DÔNICO QUE É PRECISO REJEI TAR
4.1. Concepção hedonista dos movimentos do corpo
4.2. O cálculo do prazer dos intemperantes
4.3. As obscuridades do Fédon
5. REPÚBLI CA: HE DONIS MO POL ÍTICO OU EUDEMONIS MO?
5.1. As perturbações do prazer
5.2. Em busca do prazer do Belo
5.3. Prazer e política. O regime político mais prazeroso
5.3.1. Argumento político
5.3.2. Argumento psicológico
5.3.3. Argumento metafísico
6. FILEBO. PRAZER E BEM SUPREMO
6.1. Os dois candidatos ao título de Bem Supremo
6.2. As características do Bem Supremo
6.3. A primazia da vida mista
6.4. Os argumentos contra o hedonismo
6.5. A construção do "misto"
6.6. Filebo é anti-hedonista?
7. LEIS. PRAZER, EDUCAÇÃO E VIRTUDE
7.1. O prazer, "matéria" da vida humana
7.1.1. Prazer e educação
7.1.2. Prazer e virtude
7.1.3. Prazer e arte
7.1.4. Prazer e legislação
7.1.5. Prazer e natureza humana
7.2. Hedonismo psicológico
7.2.1. O prazer, "matéria" da vida humana
7.2.2. Formulação do hedonismo psicológico
7.3. Cálculo dos prazeres
7.4. Há em Leis algum tipo de anti-hedonismo?
7.5. Hedonismo ético?
7.6. Entre hedonismo e anti-hedonismo