Polêmico e premonitório, o livro foi indicado como finalista do prêmio Jabuti 2009. Escrito por um dos mais instigantes arquitetos e teóricos da atualidade, ganhador do prêmio Pritkzer em 2000 e autor de projetos como a Embaixada dos Países Baixos, em Berlim, e a Casa da Música, na cidade do Porto, Portugal, o livro é uma combinação entre manifesto, história, crítica e celebração da "capital do século 20".
Desde a chegada dos holandeses em 1626, o autor relata episódios marcantes da formação da cidade de Nova York: o culto da tecnologia e do artificial, os planos que definiram o traçado regular que conhecemos hoje, a invenção do elevador e a expansão para o alto, a construção de ícones como o Central Park, o Empire State e o Rockefeller Center.
Um mito desde sua publicação original em 1978, "Nova York delirante" já teve inúmeras reedições em diversas línguas, mas permaneceu inédito em português até então. Agora, o leitor brasileiro tem acesso a este estudo central para a compreensão da arquitetura e do urbanismo contemporâneos.
A obra foi finalista do Prêmio Jabuti 2009, concorrendo na categoria de Melhor Capa.