Manoel de Barros mistura árvores com Bach, une Maiakovski a pássaros, mescla Shakespeare e Buson aos seus pequenos seres e combina Rabelais com pedras, exercitando todo seu talento e sensibilidade.
Um dos maiores nomes da poesia brasileira, Manoel de Barros utiliza a imagem e a fotografia como meio para a busca do instante-nada das coisas. Para tanto, encarna um fotógrafo que retrata o silêncio, o perfume e o vento.