Sexto e último volume da saga "A Mediadora". Suzannah Simons, uma adolescente nova-iorquina que poderia ser tachada de comum se não tivesse o dom --ou seria a sina?-- de falar com os mortos, terá que tomar uma difícil decisão.
Suzannah já se acostumou com os fantasmas em sua vida. Eles a acordam no meio da noite, reviram seu armário e aprontam coisas ainda mais sinistras. Como mediadora, pode não somente ver fantasmas, como também interagir com eles. E foi assim que se apaixonou por Jesse, um gato do século 19.
Mas suas questões vão muito além de assuntos do coração: sua função é entender as mágoas dos mortos e ajudá-los a resolver os problemas com os vivos. Quando ela e Paul Slater --mediador de força inegável e intenções dúbias-- descobrem que seus poderes vão muito além de ajudar fantasmas a resolver seus problemas terrenos, Suze pira de vez. É muito aterrorizante ter o destino dos fantasmas em mãos, podendo alterar o curso da história, principalmente porque Paul também sabe como fazer isso.
E ele adoraria evitar o assassinato de Jesse, impedindo-o de virar fantasma e lhe garantindo uma vida tranquila, finalmente... mas no século 19. Isso significaria que Jesse e Suzannah jamais se conheceriam.