Considerado pela crítica como o autor número um do "legal thriller" --algo como suspenses jurídicos--, John Grisham apresenta uma controversa trama que trata de estupro, assassinato, racismo e, claro, tribunais. No conservador estado do Mississipi, nos Estados Unidos, Carl Hailey, negro, matou dois jovens drogados e brancos que estupraram a sua filha de dez anos. Pelas leis vigentes, ele deve ser condenado à pena de morte na cadeira elétrica.
Seu advogado, Jack Brigance, lutará com todas as suas forças para defender o seu cliente daquilo que considera uma injustiça incentivada pelo racismo. A opinião pública fica dividida, e a organização Ku Kux Klan, que defende a supremacia ariana, também resolve entrar na briga jogando sujo.
A casa de Jack é incendiada, o marido de sua secretária é espancado até a morte, sua estagiária sofre um atentado e seu segurança particular fica paralítico ao tomar um tiro para o salvar. Até os jurados e o próprio juiz são ameaçados. Todos dizem que esta é uma causa perdida. Será mesmo?