A obra, considerada por muitos como expressão máxima do pensamento nietzschiano, é, sem dúvida, resultado da maturidade teórica do filósofo alemão.
Neste texto, Nietzsche discute os fundamentos sentimentais da moral, baseada no medo e na fraqueza, impondo severa crítica aos princípios da cristandade, como a importância da mansidão e da servitude.
Ainda que rebelde a doutrina moral cristã, a maior crítica é acerca do estabelecimento cultural do bem e do mal, da culpa e do culpado, enfim, do maniqueísmo presente em diversas religiões.