No volume, Martin Heidegger se afasta da datação usual dos períodos da história da filosofia, segundo a qual a filosofia moderna começaria com Descartes. Heidegger começa com Tomás de Aquino.
Assim, a filosofia moderna passa pelo "catolicismo do espírito pensante" próprio da Escolástica e remonta até a filosofia da Antiguidade, onde encontra suas raízes. Tomás possui um entendimento seguro da filosofia antiga e, sobretudo da proto filosofia de Aristóteles. Os fundamentos reportam-se aos enunciados de princípio mais universais sobre ser, essência, possibilidade, realidade, verdade.