O autor se lança através da história do teatro, pondo em relevo as manifestações do épico na cena ocidental, desde a sua emergência na Grécia.
Com admirável erudição e desembaraço crítico, leva o seu leitor pela análise dos recursos épicos utilizados por dramaturgos, diretores e correntes teatrais, seja na Idade Média, seja do Renascimento e barroco, ou da época elisabetana, do romantismo e do naturalismo, até sua cristalização maior na dramaturgia brechtiana, que examina detidamente.