Em 1975, o autor publicou "A Filosofia de Andy Warhol", um livro sobre vida, sexo, dinheiro, arte e fama. Munido de gravadores e de assistentes que transcreviam suas falas, Warhol, com seu costumeiro olhar crítico e distanciado, escreveu uma "filosofia de telefone" sobre uma sociedade em busca da eterna juventude, do consumo, do individualismo e da fama.
O resultado --uma escrita instantânea e confessional-- antecipa a obsessão contemporânea pela vida em tempo real e pela invasão da intimidade alheia, que atualmente vemos na internet e na televisão.