O volume trata da crônica de um crime e de uma pátria. Fiel ao estilo ficção/não-ficção, o autor concebeu uma história que atravessa de 1997 a 2001, "uma metáfora do que acontece na República do Prata" - afirma Tomás.
Como protagonistas, Camargo e Reina. Diretor do mais importante jornal da capital, o Diário de Buenos Aires, Camargo está empenhado numa verdadeira cruzada contra a corrupção nos altos escalões do governo. Com a mesma virulência e vaidade, apaixona-se por Reina.