"Nos últimos 20 anos, vários cientistas sociais brasileiros estudaram a expressão religiosa espírita. Houve trabalhos excelentes sobre a história, as modalidades, formas de organização e referentes simbólicos do kardecismo brasileiro.
Nesses trabalhos, a figura de Chico Xavier está sempre presente mas, até agora, nenhum --do meu conhecimento-- abordou, assim como Magali, a relação entre a forma estética de um jovem pouco letrado e a subseqüente produção literária do médium mais famosos do Brasil."