Em "Até Mais, Vejo Você Amanhã", William Maxwell, que foi editor de ficção da revista "The New Yorker" por 40 anos, escreve sobre a amizade de dois garotos nos anos 1920, subitamente interrompida por um crime passional que choca a comunidade. Numa manhã de inverno, um tiro ecoa numa fazenda da zona rural de Illinois. Um homem chamado Lloyd Wilson é assassinado e a tênue amizade entre dois garotos solitários se esfacela.
Passados cinquenta anos, um desses meninos - agora um homem maduro - tenta reconstituir os acontecimentos que levaram ao assassinato. Mas as antigas notícias de jornais trazem apenas dados esparsos e incompletos. O narrador, então, decide recorrer à memória e à suposição.
Ao fazê-lo é inevitavelmente atraído mais uma vez para seu amigo perdido, Cletus, o filho do assassino de Wilson que, nos meses que antecederam o crime, testemunhara situações sobre as quais o narrador pode apenas especular.
Partindo da memória e da imaginação, das suposições das crianças e das paixões destrutivas de seus pais, William Maxwell compõe em "Até Mais, Vejo Você Amanhã" uma narrativa tocante e precisa, um clássico norte-americano sobre a juventude e a perda.
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Clássico norte-americano trata da ruptura da amizade de dois garotos; leia trecho