Muito além das visões maniqueístas ou da mera idolatria recalcada sobre o futebol, o imaginário híbrido e heterodoxo deste livro é uma forma de radiografar o esporte mais universal e magnético que existe a partir de ângulos imparciais, não isentos de fervor literário e indagação crítica.
Os 11 titulares intercontinentais deste time entram em campo com textos sem estratégias de ataque ou retranca, a favor de outras dimensões menos lineares. O jogo aqui é de palavras, toques de letra entre Adolfo Montejo Navas, Cristovão Tezza, Eduardo Coimbra, Lula Vanderley, Manuel da Costa Pinto, Martín Kohan, Reynaldo Damazio, Ricardo Aleixo, Teixeira Coelho, Vanderley Mendonça, Wolfgang Bock, Yamandú Canosa.
Na citação de Piero della Riva sobre o livro, o escritor italiano escreve: "Albert Camus, que não tinha nada de frívolo, confessou, em 1957, que tinha aprendido com o futebol a lição de sua vida: 'depois de muitos anos em que o mundo me permitiu ter muitas experiências, do que eu tenho mais certeza em relação à moral e às obrigações devo ao futebol'".
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