Ao estudar não apenas a Alemanha pré-Hitler, mas a Itália da ascensão de Mussolini, a Rússia stalinista, a Tchecoslováquia nos anos 1960, o governo de Pinochet no Chile, o massacre da Praça Celestial, na China, a jornalista Naomi Wolf mostra como os processos democráticos são frágeis. E que a máxima 'o preço da liberdade é a eterna vigilância' não é apenas uma bela frase.
Em "O Fim da América", adaptado para o cinema por Annie Sundberg, ela aponta as fraquezas do sistema democrático, pequenas e sucessivas pressões que podem levar ao fim um governo.
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