Inaugurando a série Estante Policiais Paulistanos, a Global Editora leva às livrarias o livro As cores do crime, do jornalista e escritor Pedro Cavalcanti.
Com seu gosto por histórias que envolvem crimes, o autor, que já foi enviado especial em três guerras pela revista Veja, inicia o romance com a frase "Sempre acre-ditei que a desgraça, como as feras noturnas, só ataca de emboscada", que dá início à arrancada desta história po-licial passada no bairro da Vila Madalena, na capital de São Paulo.
Na pior hora da madrugada, o narrador recebe um telefonema de Elisa, com quem teve um caso mal resol-vido e mal cicatrizado. "Bonitinha, mas ordinária", como toda mulher fatal que se preze, ela apresenta um pedido irrecusável: acompanhá-la na formalidade de reconheci-mento do cadáver do marido.