Jane Austen (1775-1817), escritora inglesa proeminente, é considerada como a segunda figura mais importante da literatura inglesa depois de Shakespeare. Ela representa um exemplo de uma escritora cuja vida protegida e recatada em nada reduziu a estatura e o dramatismo da sua ficção. Jane foi noiva de um rapaz muito mais novo que ela, Harris Bigg-Wither, mas acabou nunca se casando. À certa altura, a romancista passou a viver em relativo isolamento, ao mesmo tempo em que uma doença a afetava. Pensa-se que ela poderá ter sofrido de doença de Addison, cuja causa era então desconhecida. Viajou até Winchester para procurar uma cura mas faleceu ali, tendo sido sepultada na catedral da cidade.
A fama de Austen perdura através dos seus seis melhores trabalhos: "Orgulho e Preconceito" (1813), "Parque de Mansfield" (1814), "Emma" (1816), "Persuasão" (1818), "A Abadia de Northanger" (1818), nos quais produz refinadas paródias do romance gótico, e "Razão e Sensibilidade" (1811). "Lady Susan"" (pequeno romance epistolar, escrito por volta de 1793) e "Os Watsons" (inacabado), são outras de suas obras.
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