Agnès Humbert nasceu em 1894 em Dieppe e casou-se com o artista Georges Sabbagh em 1916. O casal teve dois filhos e se divorciou em 1934. Em 1936, Agnès publicou um estudo influente, intitulado "Louis David: Peintre et conventionnel", que lhe conferiu a reputação de historiadora de arte. No ano seguinte, foi nomeada para um cargo importante no recém-criado Museu Nacional de Artes e Tradições Populares, instituição gêmea do Museu do Homem. Após a guerra, recusou-se, a princípio, a voltar ao cargo do qual fora demitida por ordem de Vichy. Foi condecorada, em 1949, com a Cruz de Guerra por sua participação na Resistência e continuou a escrever livros sobre arte até morrer, em 1963.
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